Masioli representa Fátima na Conferência de Educação de Nova Brasilândia

Na última quarta feira (15), o vereador de Cacoal Toninho Masioli (PT), representou a Senadora Fátima Cleide (PT) na solenidade de abertura da Conferência Municipal de Educação COMUE/2009 de Nova Brasilandia do Oeste. Masioli foi recepcionado pelo vice-prefeito Zézinho (PMDB) e pela Secretária Municipal de Educação Srª. Roseli Davis de Lima.
A Conferência foi aberta nas dependências da escola municipal Machado de Assis, os debates aconteceram durante toda a quinta feira (16) no auditório da Câmara Municipal, onde cerca de 100 delegados debateram e apresentaram propostas para a construção do Sistema Nacional Articulado de Educação. Uma das principais tarefas dos participantes do evento foi a definição das bases do novo Plano Nacional de Educação.
Para a Secretária Profª. Roseli Davis de Lima, a Conferência é um marco na educação de Nova Brasilândia. Ela falou dos desafios a serem superados no setor e reafirmou o compromisso em buscar melhorias. “Vamos juntos oferecer às nossas crianças a educação que elas merecem, para assegurar o futuro das próximas gerações”. Disse.
O Vereador Toninho Masioli salientou a importância da participação da sociedade. “O papel da sociedade é fundamental. Sem a participação dela a educação não é incorporada como um valor. E isso é essencial para produzir os avanços necessários tanto em qualidade como em acesso à educação” destacou Masioli que levou aos conferencistas os cumprimentos da Senadora Fátima Cleide que não pode estar presente.
O Vice-prefeito Zezinho enalteceu a presença do vereador Toninho Masioli e disse que os recursos destinados pela Senadora têm colaborado muito para o crescimento do município. Ele finalizou reafirmando o compromisso da administração em promover educação de qualidade para todos e todas.

José Adriano de Souza
Assessor Especial Parlamentar

Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito – Junho de 2009

Depois de três meses consecutivos de crescimento na casa dos 5%, a demanda das empresas por crédito desacelerou no mês de junho. Segundo o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito, a alta verificada em junho de 2009 foi de 0,9%. Embora tenha sido menor, o crescimento observado em junho foi a quarta alta mensal consecutiva na demanda das empresas por crédito, confirmando a atual trajetória de recuperação iniciada ao final do primeiro trimestre deste ano.

Em termos de variação anual, isto é, contra o mesmo mês do ano passado, junho de 2009 apresentou recuo de 2,3% ante junho de 2008, a menor queda do semestre neste critério de comparação. No acumulado do primeiro semestre de 2009, o recuo na demanda das empresas por crédito foi de 6,7% em relação ao acumulado de janeiro a junho de 2008.

A região que apresentou o maior crescimento na demanda das empresas por crédito em junho foi o Sudeste (alta de 3,9% em relação a maio/09), seguida pela região Norte (elevação de 2,9%). A região Sul apresentou estabilidade ao passo que foram verificadas quedas na demanda por crédito das empresas situadas nas regiões Nordeste (-6,3%) e Centro-Oeste (-0,9%). Vale notar que, no acumulado do primeiro semestre, a região Norte, com variação de -1,5%, foi a que registrou o menor recuo na demanda das empresas por crédito. Tal comportamento pode ser explicado pelo fato das medidas de isenção fiscal, implementadas pelo Governo Federal, terem impactado favoravelmente a atividade industrial de eletro-eletrônicos e motocicletas, importante para a atividade industrial daquela região.

Na classificação por porte, o destaque no crescimento da demanda das empresas por crédito no mês de junho foram as grandes empresas com crescimento de 4,3%, seguidas pelas médias empresas com alta de 2,4% no mês passado. As micro e pequenas empresas apresentaram alta de 0,8% na procura por crédito no mês passado. No acumulado do primeiro semestre as micro e pequenas empresas foram as que mais recuaram as suas demandas por crédito mesmo porque foi justamente para este universo de empresas que o crédito ficou mais restrito, sobretudo nos meses subseqüentes ao agravamento da crise financeira internacional, ocorrido em setembro de 2008.
Já para as grandes empresas, a queda na procura por crédito ao longo do primeiro semestre de 2009 foi de apenas 0,5% justificada, entre outros motivos, pelo fato de terem se voltado ao sistema financeiro doméstico dado o fechamento do mercado de captações internacionais.

CNJ fará mutirão carcerário em MS a partir de agosto

Terá início no próximo dia 3 o mutirão carcerário no Estado do Mato Grosso do Sul (MS). Coordenado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o mutirão vai analisar os processos de todos os presos provisórios e condenados, assim como a situação dos menores em conflito com a lei, que cumprem medidas socioeducativas ou de internação no Estado. Atualmente, a população carcerária do Mato Grosso do Sul é de aproximadamente 12.800 presos. Os trabalhos vão começar pela capital, Campo Grande, e depois seguir para o interior. O objetivo do mutirão é revisar a execução penal de todos os detentos, com vistas a garantir o cumprimento da Lei de Execuções Penais, assim como a dignidade dos presos.

De acordo com coordenador nacional dos mutirões carcerários do CNJ, o juiz auxiliar da presidência Erivaldo Ribeiro, o mutirão carcerário no Mato Grosso do Sul vai até o dia 9 de novembro. O mutirão dará especial atenção aos processos de presos que estão pendentes de recambiamento, ou seja, à espera de serem tranferidos para outros Estados onde a ordem de prisão foi expedida. Segundo o juiz Erivaldo Ribeiro, existem mais de 1.000 presos que possuem execução penal em outros Estados, mas estão cumprindo pena em penitenciárias do Mato Grosso do Sul. No Estado, o juiz da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), Wilson Dias, coordenará os trabalhos pelo CNJ.

A força tarefa será realizada em parceria com o Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMS) e também contará com a participação de outros órgãos, como a Secretaria de Justiça e Segurança Pública, a Defensoria Pública, o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil, seção MS. Conforme o Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Francisco Brasil Jacini, no MS existem atualmente mais de 10 mil presos distribuídos em 42 penitenciárias, além de cerca de 2 mil detentos em delegacias. Para o secretário, a visita do CNJ é de grande importância para diagnosticar o quadro da execução penal em MS e propor melhorias para o sistema penitenciário, que sofre com problemas de superlotação.

Desde agosto do ano passado, os mutirões carcerários realizados pelo CNJ em diferentes Estados do Brasil já libertaram mais de 3.000 presos. Os Estados que já foram ou estão sendo atendidos pelo projeto são: Espírito Santo, Rio de Janeiro, Maranhão, Piauí, Pará, Amazonas, Alagoas, Tocantins, Bahia e Paraíba. No próximo mês, o mutirão também será levado a Pernambuco.

Crise financeira internacional atinge 63% das MPEs brasileiras

Queda de demanda e crédito mais caro são os principais problemas apontados pelos empresários
A crise financeira internacional atingiu 63% das micro e pequenas empresas brasileiras. De cada 100 MPEs, 63 tiveram ou ainda estão tendo dificuldades para lidar com os reflexos causados pela crise econômica mundial como queda de demanda e crédito mais caro. Estes são os principais resultados da pesquisa “Impacto da Crise Financeira Internacional nas MPEs Brasileiras”, que foi realizada entre março e maio de 2009 com 4.200 micro e pequenas empresas em todo o país pelo Sebrae-SP.

Segundo Ricardo Tortorella, diretor-superintendente do Sebrae-SP, a crise internacional produz efeitos piores para as atividades que dependem de financiamento, caso da indústria e do agronegócio voltado para a exportação. “As atividades que dependem mais da renda do consumidor sentem menos os efeitos da crise como, por exemplo, os setores de comércio e o de serviços. Esta deve ser a tendência para todo o ano de 2009”, afirma.

Entre os impactos sentidos pelos empresários, destacam-se queda de demanda (60%) e taxas de juros (45%), que incluem desde taxas de juros altas (45%) e dificuldade de se conseguir financiamento (40%). “O problema do crédito não é exclusividade de tempos de crise. As micro e pequenas empresas possuem dificuldades de oferecer garantias e apresentar todos os documentos exigidos na hora de recorrer a um financiamento”, explica Tortorella.

O aumento no preço dos importados e a redução dos prazos de pagamento também foram citados pelos empresários (33% e 24%, respectivamente). Por outro lado, apenas 2% dos entrevistados apontaram aumento da inadimplência dos clientes, demissões, queda dos lucros e das exportações como reflexos da crise mundial em seus negócios.

Por região

Por regiões, os donos de empresas do Sudeste e Centro-Oeste disseram ter sido mais atingidos pelos efeitos da crise econômica com 64%. “São regiões com concentração de indústria e de agronegócio voltado para exportação, que sofreram mais com a queda do nível de atividade e do consumo no exterior”, complementa Tortorella.

Por estado, Goiás foi o estado com o maior índice de empresas afetadas: 72% dos empresários foram ou estão sendo atingidos pelos reflexos da crise. Na outra ponta, com menor índice de prejuízo aparece Santa Catarina.

Enquanto a região Sudeste (62%) foi a mais atingida por conta da queda de demanda, no Sul o impacto foi menor (57%). Em compensação, os empresários do Nordeste foram os que mais reclamaram do acesso ao crédito (43%).

Por setor

Por setor, a indústria foi o setor com maior proporção de empresas atingidas pela crise econômica mundial, com 67%, seguida pelo comércio e serviços (66% e 56%, respectivamente). “A crise financeira internacional afetou com mais intensidade as atividades industriais por serem mais dependentes das exportações e dos empréstimos bancários, seja para financiar capital de giro ou para alavancar suas vendas junto ao mercado”, explica Marco Aurélio Bedê, consultor do Sebrae-SP.

Na indústria, os segmentos mais afetados foram os de bens de consumo duráveis (máquinas e aparelhos elétricos) e bens de capital (máquinas e equipamentos). “Em momentos de incerteza econômica, essas indústrias costumam ser as mais atingidas porque estão atreladas a duas variáveis: produto com alto valor unitário e concessão de crédito para vender. É o caso, por exemplo, de uma pequena indústria que produz móveis e que vende uma estante por $ 1.500 (valor unitário alto) por meio de crediário”, ressalta o consultor.

A queda de demanda também foi sentida nas atividades comerciais. “No comércio, além do aspecto do crédito mais caro e difícil, pesou a maior incerteza e o efeito psicológico sobre os consumidores, que reduziram ou postergaram suas compras de longo prazo”, observa Marco Aurélio Bedê.

Expectativa

Mesmo após nove meses do início da crise mundial, 42% dos donos de micro e pequenas empresas afirmam que não houve melhora na oferta de recursos bancários para empréstimos. Outros 30% consideram que a oferta de crédito melhorou, enquanto 28% não soube dizer.

Os empresários do Norte são ao mais pessimistas em relação à melhora na oferta de recursos: 45% afirmam que não houve melhora de oferta de crédito contra 37% da região Sul. Por outro lado, as MPEs do Centro-Oeste sentiram que houve mais recursos disponíveis no mercado (34%).

Para os próximos seis, a maioria dos empresários trabalha com cenário realista, com destaque para a previsão otimista de aumento do faturamento (46% do total). Em relação ao número de funcionários, 67% manterá o quadro atual e apenas 8% pretendem demitir. “A boa notícia é que o Brasil faz parte do mundo globalizado. Além disso, o empreendedor brasileiro é persistente, ousado e disposto a correr risco. Isso tudo pesa muito em momento de crise”, finaliza Tortorella.




Rondônia figura com 58% no
impacto da crise internacional

O diretor superintendente do Sebrae/RO, Pedro Teixeira Chaves, destacou o crescimento econômico em Porto Velho, por conta dos investimentos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), mas revelou que já conhecia a realidade afirmada na pesquisa feita pelo Sebrae/SP com relação ao impacto da crise financeira internacional no universo das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) no Brasil. “Os impactos positivos econômicos estão sendo sentidos aqui em Porto Velho, mas Rondônia tem 52 municípios e boa parte das cidades depende da folha de pagamento das prefeituras ou investimentos em obras públicas e como não há circulação de dinheiro, as empresas de micro e pequeno porte sentem o reflexo” frisou.

Pedro Teixeira também lembrou que com a medida adotada pelo Governo Federal em fazer corte no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), prefeituras do interior de Rondônia começaram a ter dificuldades, inclusive em manter a folha de pagamento em dia.

Na visão do superintendente, como o Estado de Rondônia, ainda está em desenvolvimento, o contra-cheque do servidor público e a injeção de recursos por conta das obras públicas são responsáveis pelo aquecimento econômico também das MPEs. “Isso justifica a queda na demanda de ações às MPEs em 58% aqui no Estado nos três setores: Indústria, Comércio e Serviços. É preciso buscar alternativas viáveis para superar a crise”.

Movimento Fora Sarney ganha até um site na Internet

O movimento Fora Sarney, iniciado no Orkut e no Twitter, atinge as ruas do Brasil e ganha até um site na Internet. Para se ter uma idéia da dimensão, ontem ao pesquisar a palavra "Fora Sarney no Google" eram exibidos 715 mil resultados. Hoje, ao meio dia, já passavam de 2,32 milhões (2.320.000).

O Site está em http://www.forasarney.com.br/

Confira!

Professora tem vida ceifada em choque frontal entre moto e carro na RO 473

A professora Gemima Barbosa da Silva, 48 anos, que residia na Linha 28, lote 47, gleba 12-E zona rural de Teixeirópolis, teve a sua vida ceifada na manha de ontem(terça-feira 30/06) em um grave acidente.

O fato ocorreu na RO 473 (conhecida como linha 31) que liga os municípios de Teixeirópolis e Urupá, e a professora da rede pública estadual de ensino Gemima Barbosa conduzindo a sua moto Honda Biz, cor verde escura, placa NCB 1274/RO colidiu frontalmente com o veiculo Gol, cor azul escuro, placas NBO 0790 – Ouro Preto/RO que estava sendo conduzido pelo eletricista Dione da Silva, 22 anos, morador do município de Ouro Preto do Oeste.

De acordo com informação colhida no local do fato pele destacamento da Polícia Militar de Teixeirópolis sob o comando do sargento - PM Edmilson a causa do acidente provavelmente teria sido uma manobra brusca da professora que foi desviar de um buraco existente na RO 473 e colidiu frontalmente com o veiculo Gol, vindo a ter sua vida ceifada.

O impacto da colisão foi tão forte que a professora teve a perna esquerda decepada na hora e traumatismo craniano (existe suspeita que a professora não usava o capacete no momento do sinistro). A Polícia Militar foi acionada e compareceu ao local isolando a área até a chegada da pericia técnica do município de Ji-Paraná que demorou algo em torno de quatro horas para chegar ao local do fato em trajeto de aproximadamente 60 km e neste período o corpo da professora que é pioneira do município ficou exposto a curiosidade humana.

Após os procedimentos legais o corpo da professora foi liberado para a Funerária Vida Nova entidade ligada a Igreja Católica e em seguida liberado para os familiares para o funeral. O motorista Dione da Silva foi apresentado na DP de Ouro Preto pela Polícia Militar e após ser ouvido foi liberado, mas caso a pericia comprove a sua culpabilidade será enquadrado por homicídio culposo ( que não teve a intenção de matar) crime que não é punido com cadeia.

  ©Fale Conosco cebraic@gmail.com

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